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Jesus Cristo - O poderoso e soberano Juiz

 

Abraão, ao dirigir-se ao Deus Pai sobre a destruição de Sodoma e Gomorra, chamou-o de “Juiz de toda a terra”. Todo Antigo Testamento enfatiza a justiça de Deus-Jeová.

Na nova dispensação (Novo Testamento), Jesus se declara a si mesmo, Juiz Soberano, conforme registra João em seu Evangelho: “O Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento(juízo), a fim de que todos honrem o Filho, como honram ao Pai...Quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entrará em juízo, mas passou da morte para a vida” (João 5.22-24).

Jesus é o único juiz credenciado por Deus-Pai para julgar este mundo.

O julgamento das igrejas:

As sete cartas às igrejas mostram que tipo de julgamento Jesus está operando em cada uma:

“Porque a hora de começar o juízo pela casa de é chegada” ( I Pedro 4.17)

Portanto, o julgamento das igrejas só faz sentido, enquanto elas existirem (existiram) como tais. Enquanto realizaram ou realizam as obras de Deus.

O julgamento das igrejas está registrado nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse. Segundo alguns estudiosos e teólogos, a igreja de nossos dias faz parte da “igreja de Laodiceia”, portanto, devemos conhecer bem o que Jesus requer da igreja.

A corte celestial:

Para o julgamento das igrejas, realizado pelo Senhor Jesus Cristo, o livro de Apocalipse descreve a criação de um tribunal pomposo, composto de muitos elementos, para julgar a humanidade.

Neste tribunal, Jesus surge como figura principal:

“Foi digno de tomar o livro que estava na mão direita de Deus e abrir-lhe os sete selos”. (Apocalipse 5.9).

Essa parte do julgamento estende-se do capítulo seis ao nove. A abertura dos seis primeiros selos está registrada no capítulo sexto.

No capítulo sete, há uma pausa na qual se mostram os cento e quarenta e quatro mil de Israel e dos glorificados (igreja), que estão prestando adoração e exaltação ao Deus Pai e ao Deus Filho (como Cordeiro de Deus).

Os capítulos oito e nove registram a abertura do sétimo selo, quando aparecem os anjos tocando as seis trombetas e, a cada uma delas, havia os cataclismos e catástrofes sobrenaturais da ira de Deus sobre os homens na terra.

O julgamento do reino maligno:

O dragão, o falso profeta, a besta, a prostituta vestida de escarlata e a Babilônia passaram pelo julgamento do tribunal, conforme registra Apocalipse, do capítulo doze ao dezenove.

O capítulo dezenove traz também a visão da Igreja de Jesus Cristo arrebatada, na presença do Senhor, participando das “bodas do cordeiro”. Depois relata a vinda triunfal de Cristo com seus exércitos, ocasião em que tal reino maligno será totalmente destruído.

O capítulo vinte descreve a luta de Jesus com o anticristo (satanás - príncipe deste mundo), no “Armagedom”, cumprindo o que Jesus disse em (João 16.11), “o príncipe deste mundo já está julgado”, e será preso por mil anos. Depois será solto para seduzir as nações nos quatro cantos da terra, “Gogue e Magogue” e, por fim, será lançado no lago de fogo e enxofre, onde já se encontram a besta e o falso profeta (Apocalipse 20.8-10).

O juízo de Jesus no grande trono branco:

E, por fim, Jesus estará no grande trono branco para julgar a todos, grandes e pequenos, de acordo com o “Livro da Vida”, mediante suas obras, e aquele que não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo. (Apocalipse  20.11-15).

Portanto, aqueles que já aceitaram a Jesus Cristo como seu único Salvador e Senhor de verdade, têm seus nomes inscritos no Livro da Vida e não serão lançados dentro do lago de fogo. Porque fizeram isso durante suas vidas e para os que agiram assim, a Bíblia diz que “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8.1). Jesus disse: “quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado” (João 3.18).

Por isso devemos falar para as pessoas que Jesus é Salvador, mas também é o Poderoso e Soberano juiz.

 

Pr. Osmar Bento

 

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